De mim para o mundo!!!!


23/02/2005


NOVO ENDEREÇO PARA TODOS SABEREM:

www.pamrodrigues.weblogger.com.br

 

 

Escrito por Pâmela Rodrigues às 14h53
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19/11/2004


Saber viver é um dever!

 

Ainda estou aprendendo....

Depois de ler os elogios sobre o acróstico que revelava muito de mim, pensei sobre a maneira como tenho agido diante das pessoas que amo....

Publico o poema de uma amiga, Leah Ramos que fala sobre a Lucidez

Bjos a todos,

Pâmela Rodrigues

Tempo de Lucidez

O corpo quer,

A alma insiste,

 A razão nega.

Traz à tona o desejo de esquecimento,

de vitória...

Mas passada a lucidez temporária,

Quase mórbida,

O coração reassume seu protagonismo na história.

Volta a comandar a dor!

Leah Ramos

Escrito por Pâmela Rodrigues às 11h39
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18/11/2004


Olá a todos e todas,

Segue o acróstico que escrevi na madruga de ontem...

Bjos,

Pam

 

 

Meus atos não justificam tal atitude.

Ignorar minha existência

Não cura a ferida de seu orgulho.

Hesito em lhe procurar, mesmo que seja meu pensamento constante.

Ainda podemos conversar!

 

Só preciso de alguns minutos, tenho poucas palavras...

Elas valem muito, mas são poucas.

Naturalmente irá me entender, pois sei que nossas vidas se completam!

Teimosia é Tolice!

Existe erro maior que esse?

Não me faço de inocente, sei que errei.

Çada dia depois de você é um tributo ao passar do tempo,

Ao vento.

 

É assim... Ação tramitada, julgada e eu recorrendo....

 

Válido é o risco de dizer que quero, que posso!

O que temos por viver é maior que o passado,

Cedo ou tarde vai descobrir e ceder!

Êxiste uma certeza que motiva meu coração a não desanimar, estou a espera de seu tempo. Sabe por que???

 

Pâmela Rodrigues

 

Escrito por Pâmela Rodrigues às 12h47
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17/11/2004


Hoje o dia é de alegria e entusiasmo...

Dia diferente dos outros, dia de mudanças. Tive uma manhã light na facul, mas a chuva do dia 17 de novembro me fez rever muito do que acredito.

Hoje é dia de ousadia, talvez tenha tomado a decisão mais difícil de toda minha vida, mas tomei e isso é o que importa.

Hoje não há poesia, nem prosa, há apenas a figura.

Ela fala por mim......

Bjos amigos e amigas,

Pam

Escrito por Pâmela Rodrigues às 13h46
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15/11/2004


 Olá amigos e amigas,

Espero que tenham vivido um ótimo feriadão.

Para os que não sabem foi niver do meu vovô, 77 anos... tava mais fofo que tudo!!!!

Foi muito bacana, saí pra curtir no fds e foi show tb. Estou estudando pras provas e me desesperando com a chegada delas, mas vou levando numa boa...

Vou publicar hoje um texto que escrevi falando sobre o silêncio. Na verdade, essa tem sido minha postura usual. O Silêncio, só o silêncio...

Espero que gostem, aos amigos que deixaram os coments, mil abraços tb...

Pam

Silêncio

Me disseram quando criança que uma boca e dois ouvidos significava a maior valia da audição.

Estranho é que sempre vi pessoas falando mais e ouvindo pouco, pouco...

A fala sempre foi usada e abusada como qualquer coisa.

Já vi fala atacar, defender, ofender, humilhar, consolar, agredir, ferir, fazer chorar, depreciar, coagir, sancionar, guiar, persuadir, redimir, perdoar e acalmar. Já vi fala tremer, já vi fala ranger, já vi fala falar.

A fala grita, berra, a fala afaga e sufoca.

A fala reage. A fala faz barulho!

Poucas vezes vi o silêncio como resposta. Quando adolesci, vi o silêncio virar fala, para ser resposta, mas aí deixara de ser silêncio, virara fala!

Lembro-me do silêncio como resposta em situações de dor, em situações em que se quer falar muito, mas o tamanho da dor inibe a fala. Lembro-me também do silêncio em situações de raiva, ódio. Em situações em que a fala poderia se tornar trágica e a tragédia irreversível.

Nunca vou esquecer o dia em que o Ayrton bateu letalmente seu carro contra um muro de concreto. Após o grito do narrador da corrida, o silêncio invadiu tudo. O silêncio foi a voz do medo, o medo da morte. O silêncio personificou o medo da perda, a tensão, a expectativa. O silêncio por alguns segundos falou mais que o narrador em todas as corridas, mas a fala logo invadiu tudo fazendo barulho e falando pouquinho...

O silêncio não precisa nem do olhar, o silêncio contempla e interpreta. O silêncio responde e assusta. O silêncio é superior porque vale mais que qualquer reunião de fonemas, o silêncio não é aprendido, mas sim sentido, por isso vale mais.

Sente-se e expressa-se!

O silêncio!

 

Ele é o som do vazio e rompe qualquer barreira. Todos entendem! O silêncio é só, nada e tudo!

Ele se basta.

É a voz da alma e talvez seja a mais sincera fala, porque é nu, cru, sem letras, sem sotaque, sem tipos, sem caras, sem bocas. É o silêncio, é o que de mais puro há em alguém. Talvez o silêncio consiga resgatar a “perdida” verdade existente na infância. Lamentável que seja em duros fatos e, em raros momentos.

Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii....

Quero calar o mundo!

 

Pâmela Rodrigues

 

Escrito por Pâmela Rodrigues às 20h20
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12/11/2004


A Vida Continua....

Olá amigos....

Ando percebendo aos poucos que a vida continua naturalmente, mesmo que não se sinta naturalmente o que se vive.

Engraçado como demoramos pra aprender algumas coisas. Precisei viver isso, estranho que já sabia, mas nunca havia vivido isso com tanta intensidade.

Publico hoje uma poesia que compus há algum tempo. Meu poema fala exatamente sobre o tempo e como precisa ser aproveitado.

Continuo caminhando e amando,

bjinhos,

Pam

O PRESENTE

Um belo dia, de repente, um presente nasce.
O presente cresce, cria e reproduz.
O presente vibra e sente dor.
O presente sorri ou paga o sorriso com análises.
A vida é cruel com ele, mas ele não desiste.
Se impulsiona e continua dizendo que está com erguida cabeça, mesmo estando surrado ao chão.
Há lutas e gritos,
lágrimas e desepero.
Nada é fácil. Pobre presente!
Algum tempo passa e enfim um olhar ao passado é lançado.
Eis a constatação:
Tudo podia ser diferente, mais, melhor!
Tudo podia, mas não foi.
Ao presente?
Já não resta tempo...

Pâmela Rodrigues

Escrito por Pâmela Rodrigues às 13h30
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11/11/2004


Meus amigos

“Sempre vai haver uma canção, contando tudo de mim.

Sempre vai haver uma canção, contando tudo, tudo de nós.”

 

Ouvi a Paula cantando essa frase no fim do CD e pensei em como as músicas revelam o que sou. Não me canso de ouvi-las e de cantá-las. Não me canso de me cantar nelas.

Adoro a maneira como o Cazuza compôs sobre mim, e a ousadia da Pitty em me cantar, mas confesso mesmo que o que até hoje melhor me cantou foi o Renato. Ninguém canta a Pâmela como o Renato Russo, embora precise sempre ouvir todas as vozes para me achar.

 

Obrigada a todos pelo carinho, dedico o texto de hoje aos meus amigos. Aos antigos que estão aturando minhas lágrimas de amor  estudando junto pras provas, aos atuais que vêm me surpreendendo a cada dia com toda a arte e maravilha presente em seus blogs enfim, a todos, pois sem amizade, o que somos?

 

Sem amizade, não somos!

 

Lestat, um beijo e muita força pra você meu irmão, lhe desejo nova vida cheia da experiência antiga.

 

Pâmela Rodrigues

 

 

Meus Amigos! 

Eles aparecem no momento em que mais desejamos sem pedir licença.

Chegam devagar e trazem sempre aquilo o que queremos, mas não nos encorajamos a pedir.

São fortes quando nossas forças se anulam e audaciosos quando nossa capacidade de impulso caiu no esquecimento.

São nossa alavanca e nosso ponto de apoio.

Agem com esperteza dizendo o que queremos ouvir e lançam a verdade ao saberem que estamos preparados para tal.

Vivem ao nosso lado, ora precisam de nós, ora nos apóiam. Estão felizes com nossas alegrias e morrem para que não soframos.

Sua presença é exatamente ao nosso lado mesmo quando não nos entendem.

Os rumos podem afastar os amigos, mas não eliminam seu elo maior: a amizade.

Através da amizade o mundo descobre que pode ser maior e melhor.

Que fidelidade e honestidade não são palavras que enfeitam o dicionário, mas que funcionam com eficácia na prática dos amigos.

Que pessoas podem se amar incondicionalmente, despojadas de interesses. Que há relacionamentos humanos baseados na confiança, onde a palavra vale mais que qualquer assinatura.

Eles provam que um mundo melhor é possível sem que precisemos nos aliar a movimentos. Sua militância é pela verdade e sua bandeira é o amor. Se você vive a experiência dignificante e enaltecedora da amizade, entende o que digo.

Pâmela Rodrigues

Escrito por Pâmela Rodrigues às 11h29
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10/11/2004


Habbeas Pinho

Passando pelo blog da Pri e da ontem, li duas mensagens que me deixaram pra lá de comovida...

Pensei muito depois de lê-las e descobri que realmente preciso esperar o tempo me mostrar o que realmente sentir e seguir. Me mostrar como agir.

Por enquanto, continuo minha vida tribulada de estudante de Direito.

Ainda não contei isso aqui, né???? Estudo Direito e as provas tão chegando galera... Gosto da facul, a cada dia me encontro mais nessa área. Difícil seria se não me visse nela, não é mesmo???? Por isso, vou publicar aqui hoje um texto que é de autoria de um advogado paraibano. Foi uma petição inicial feita por ele para soltar um violão apreendido em uma noite de cantoria da galera.

Não vou citar o nome do "nobre" colega jurista porque sua fama e história não são muito boas, mas inegavelmente sua petição foi brilhante.

Tenho certeza que vão gostar. Bjos a todos e todas,

Pam

Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito da 2ª Vara desta Comarca 

O instrumento do crime que se arrola
neste processo de contravenção
não é faca, revólver nem pistola,
é simplesmente, doutor, um violão.
 
Um violão, doutor, que na verdade
Não matou nem feriu um cidadão.
Feriu, sim, a sensibilidade
de quem o ouviu vibrar na solidão.
 
O violão é sempre uma ternura,
instrumento de amor e de saudade.
O crime a ele nunca se mistura.
Inexiste entre eles afinidade.
 
O violão é próprio dos cantores,
dos menestréis de alma enternecida
que cantam as mágoas que povoam a vida
e sufocam suas próprias dores.
 
O violão é música e é canção,
é sentimento vida e alegria,
é pureza é néctar que extasia,
é adorno espiritual do coração.
 
Seu viver como o nosso é transitório,
mas seu destino, não, se perpetua.
Ele nasceu para cantar na rua
e não para ser arquivo de cartório.
 
Mande soltá-lo pelo amor da noite
que se sente vazia em suas horas,
p'ra que volte a sentir o terno açoite
de suas cordas leves e sonoras.
 
Libere o violão, Dr. Juiz,
Em nome da Justiça e do Direito.
É crime, porventura, o infeliz,
cantar as mágoas que lhe enchem o peito?
 
Será crime, e afinal, será pecado,
será delito de tão vis horrores,
perambular na rua um desgraçado
derramando na rua as suas dores?
 
É o apelo que aqui lhe dirigimos,
na certeza do seu acolhimento.
Juntada desta aos autos nós pedimos
e pedimos também DEFERIMENTO.
 
O juiz  deu sua sentença no mesmo tom:
 
Para que eu não carregue
remorso no coração,
determino que se entregue
ao seu dono o violão.
 
Até a próxima,
Pâmela Rodrigues

Escrito por Pâmela Rodrigues às 11h47
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09/11/2004


Quero tão pouco...

Hoje é um dia diferente... Os comentários deixados em meu blog têm me motivado muito. Continuo doente, Ainda com febre, mas quase curada. Meu coração ainda inquieto, mas acho que isso sempre vai ser assim.

Antes de publicar a poesia do dia, quero deixar um beijo a todos que têm passado por aqui e postar a frase de Saint- Exupéry que a Bel deixou pra mim: O essencial é invisível aos olhos! É exatamente isso! É invisível, mas precioso e letal se não estiver presente.

Aí vai o texto, essa frase me impulsionou, valeu mesmo Bel!!!

Pâmela Rodrigues

 Quero tão pouco....

Achei que fosse fácil tomar outro rumo e dizer adeus. Que não lhe ver seria suficiente. Mas não foi. Não é!

O que há é raiz, é essência. É amor! Não sei como aconteceu, não tem explicação, não tem rumo, tem nada. Tem você!

É confuso e dolorido, porque não é correspondido. É forte e intenso. É frágil, doce mas não quebra, não rompe.

Sinto falta, sinto saudades e meu coração insiste diariamente pra que não lhe esqueça. Não quero seguir, ir em frente, quero continuar por aqui e ver você. Ter você!

Não gosto do que temos, mas do que somos. Sua teimosia me enlouquece, mas o enobrece.

Quero tão pouco, tão pouco...

Só você, você e você. Quero nós e temo que não consiga, temo que não tenha volta. Não quero acreditar, porque as evidências dizem o contrário.

Quero tão pouco, tão pouco...

Chega de sonhar acordada, chega de ouvir sermão dos amigos, chega de não ter o que quero.

Só quero!

Lhe quero!

A importância que conquistou em minha vida em tão pouco tempo é a prova de que não é em vão. É a prova de que posso querer...

Ah, e eu quero tão pouco....

Ainda que o pouco seja meu tudo!

Pâmela Rodrigues

Escrito por Pâmela Rodrigues às 11h51
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08/11/2004


Novos passos são dados quando começamos a andar.

Não se sabe o que encontrar ou onde ir, mas se sabe andar.

Isso é o que realmente importa na mudança de rumo!

Pâmela Rodrigues

 

 

Escrito por Pâmela Rodrigues às 11h38
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05/11/2004


Minha Oração!!!!

 

Estou pensando em você!

Sim, ainda... de novo... pensando em como pude pôr tudo a perder, pois agora acredito em você! Só agora!!!

A todos os que aqui estão segue o poema do dia, a dor do dia!

 

O dia de meus sonhos (minha oração)

 

O dia dos meus sonhos

É aquele em que não vou mais amar você, não vou mais lhe querer ou desejar.

É o dia em que tudo em mim estará nulo de você.

Esquecerei seu perfume e seu nome.

Não lembrarei que existe ou que estamos sempre tão próximos.

Sua presença será como a de um qualquer e sua voz nem será tão melodiosa.

Seu sorriso não será tão encantador e eu não sentirei mais saudades.

 

Estarei livre! Livre de você e abençoadamente presa a outro com virtudes superiores a suas!

 

Inacreditavelmente não quero dizer Amém!

 

Pâmela Rodrigues

 


 

 

Escrito por Pâmela Rodrigues às 10h39
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03/11/2004


Tudo é dor!!!!!

Olá a todos e todas...

Volto a postar hoje depois de ter vivido os 4 dias mais difíceis de minha vida. Que ninguém viva o desalento do amor . Que ninguém viva a dor de amar. Desejo apenas a parte boa, desejo apenas o bom de amar.

A angústia que vivi na terça-feira foi tão grande que comemorei o dia dos mortos como se fosse meu, pois parte de mim havia morrido naquele dia.

Agora, tento esquecer e viver um novo momento.

Segue meu mais novo poema que relata pouco do que sofri.

Bjos,

Pam

Tudo é dor! 

Cheguei a pensar inúmeras vezes que o sol traria alegrias perdidas e a felicidade sonhada.

Que seria o raiar de novos sorrisos e de novas esperanças.

Pensei que a manhã significasse o fim das trevas.

Mas é apenas uma continuidade...

Meu inverno continua e minha tristeza permanece. O sol não é a boa nova, mas sim o aviso de que um novo dia a ser suportado nasceu.

Tudo permanece, mas não como antes pois a dor é maior.

Estou fraca!

Meu corpo não responde ao chamado da alvorada. Não há motivo ou motivação para tal.

Estou triste!

Meu coração flagelado não vê alternativas para dar fim a minha dor.

Estou azeda!

Não há humor para encarar os outros como antes.

Estou cansada!

Estou voltando ao meu recanto, lá é melhor, lá há nada, logo não há quem amar.

 

Pâmela Rodrigues

3/11/04

 

 

Escrito por Pâmela Rodrigues às 10h54
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26/10/2004


Eu quero e pronto!!!!!

 

Não acredito que a vida seja uma passagem e pronto...

Acredito em aprendizagem, em ensinamentos, emoções e, especialmente em esperanças!

Acredito e pronto!

Acredito no que faço e no que quero.

Atualmente, quero ser uma pessoa melhor.

Pâmela Rodrigues

Aí vai a música da Pitty - Temporal. É exatamente o que tento agora...

Chega simples como um temporal
Parecia que ia durar
Tantas placas e tantos sinais
Já não sei por onde caminhar


E quando olhei no espelho
Eu vi meu rosto e já não reconheci
E então vi minha história
Tão clara em cada marca que tava ali


Se o tempo hoje vai depressa
Não tá em minhas mãos
Cada minuto me interessa
Me resolvendo ou não
Quero uma fermata que possa fazer
Agora o tempo me obedecer
E so então eu deixo
Os medos e as armas pra trás

Bjos a todos e todas,

Pam

Escrito por Pâmela Rodrigues às 13h33
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